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SustentHabilidade

Opinião e realizações

domingo, 26 de janeiro de 2014

Arena das Dunas, de todos.




Hoje é dia de festa e celebração!

Independentemente das mazelas e inconseqüências das quais não podemos esquecer em nenhum momento, é inegável que ser sede da Copa do Mundo 2014 trará algum legado positivo para Natal.

Mesmo que seja apenas para seu futebol, clubes e o entorno da Arena, já será positivo. 

Podíamos ter conquistado mais? Talvez. Mas o certo é que um grande ativo urbanístico, turístico e esportivo foi construído sem turbar a vida da cidade e utilizando conceitos sustentáveis.

Hoje é o verdadeiro dia de inauguração da Arena das Dunas! Dia de saudar com a festa do futebol a chegada da maior competição esportiva do mundo à nossa querida capital potiguar.

Uma conquista, não de uma ou duas personagens, mas de muitas forças (políticas, institucionais, técnicas, financeiras e operacionais) e a diversos tempos. Uma obra verdadeiramente DE TODOS!

Eu posso dizer que, entre 2008 e 2010, participei efetiva e decisivamente deste marco. E o defendo como positivo. E estarei vigilante, para que não se torne nunca um ônus ao invés de bônus para o RN. Apesar de reconhecer os desafios que se interpuseram ao longo do processo.

Viva a Arena das Dunas de Natal!

Já busquei minha credencial e agradeço aos responsáveis. Pela lista, Jerôme vai estar na área também...



sábado, 25 de janeiro de 2014

SEMURB ligada no sábado contra atentados à urbanidade em Natal.


Como cidadãos, temos sempre que estar com a capacidade de indignação à flor da pele: sem stress, sem necessidade de agredir ou ofender ninguém, mas alertas.

E também quando há atendimento e efetividade de parte das autoridades e do Poder Público, em tempos de tanta inércia e permissividade, há que se fazer justiça e ressaltar o resultado positivo.

Esta manhã, sábado, ao transitar pelo bairro, testemunhei o seguinte flagrante (foto principal) e acionei diretamente a SEMURB (Prefeitura de Natal) pelas páginas que o órgão e seus componentes disponibilizam no Facebook. Além de estar de parabéns pelo combate aos "paredões de som", estão atentos a outros abusos. 
O diálogo fala por si. Reproduzo abaixo:


Mensagem 1 (JPP para SEMURB): 
Alô SEMURB! Já conhecem o Paladar Sertanejo, em Mirasol? Um dos comércios mais "sem noção" de urbanidade que eu conheço: além de fazer uso frequente de um carro de som estrondoso que detona decibéis altíssimos pelos bairros próximos a ponto de provocar revoadas de pássaros e morcegos (afora incomodar tremendamente o sossego dos humanos) e de emporcalhar qualquer parede baldia que encontra no bairro sem autorização ou licença, este estabelecimento simplesmente acaba de pintar vagas de estacionamento em plena faixa de rolamento da Avenida Santos Dumont, recém re-asfaltada e pintada pela Prefeitura de Natal. Pintou as vagas no chão e criou (com placa e tudo) uma área de estacionamento privada em plena via pública. Área esta, não condizente com ocupação de uma das faixas e ainda fazendo "sobrar" pedaços de veículos para a outra faixa, obrigando os transeuntes a cruzar a faixa dupla amarela que divide as mãos da avenida (onde circulam ônibus, inclusive). Vamos atrás?

Mensagem 2 (SEMURB para JPP), alguns minutos depois: 
"Caro Jean-Paul Prates, concordo plenamente com sua opinião.
Pessoalmente, na sexta-feira 24/01/14, ao voltar para casa, tive a oportunidade de constatar as várias irregularidades cometidas pelo referido estabelecimento.
Asseguro-lhe que na segunda-feira (27) o proprietário será intimado a comparecer a SEMURB para prestar esclarecimentos, ser autuado, receber ordens para desfazer as "lambanças" que fez e regularizar suas atividades se possível for.
No mais, asseguro que tal fato não vai passar impune, nem tampouco vai continuar da forma que está.
Obrigado pelo apoio à Fiscalização Ambiental e pelo exemplar exercício de cidadania.
Att,
Leonardo Almeida - Supervisor Geral de Fiscalização Ambiental / SEMURB."

Mensagem 3 (JPP para SEMURB), em agradecimento:
"Parabéns pela agilidade, eficiência e eficácia visível de vcs todos! Continuemos esta parceria entre cidadãos e fiscalização em prol da boa convivência urbana! O trabalho de vcs é a nossa única arma civilizada contra os que insistem em desrespeitar os limites públicos e privados da urbanidade. Contem cada vez mais com o apoio de todos nós, cidadãos. E que mantenham o respaldo da autoridade máxima, o Prefeito. Segurem firme aí! Abço JPP"

É isso aí. 

domingo, 19 de janeiro de 2014

A Cantilena dos Juros Altos e o Estelionato Financeiro Nacional

INDIGNAÇÃO TOTAL! Veja o vídeo abaixo e volte para comentarmos a respeito:

Clique aqui para ver o vídeo (aumente o volume, pois a gravação é caseira, som baixo)
Representante-banqueiro justifica os juros do cartão de crédito no Brasil. 


Por vezes, o noticiário é tão repetitivo e pasteurizado que a gente nem percebe alguns absurdos. Só me detive neste porque fiquei vendo e revendo com o recurso de gravar da SKY (e reproduzo amadoristicamente o video caseiro e fotos da matéria)

Como é que, sem qualquer rubor, este "diretor da Associação Brasileira de Cartões de Crédito", vem dizer, com a maior cara lavada, em pleno Jornal Nacional, que os estratosféricos juros do cartão de crédito no Brasil (280%!!!! ao ano) são justificados "pela inadimplência, pela expectativa de retorno e de margem de lucro (sic!!), os impostos, os compulsórios"??!!

A reportagem do Jornal Nacional comparou as taxas dos bancos brasileiros com os das nações vizinhas: Peru (44,88%), México (39.16%), Argentina (35.82%), Chile (32.54%) e Colômbia (28,31%).

Ou seja: o que ele está querendo nos convencer é de que o risco de crédito dos populares brasileiros (a quem os próprios bancos impingem cartões de crédito sem que sequer sejam solicitados) é SEIS vezes maior do que nestes países!!! 

Então porque estariam aqui metendo goela abaixo dos nossos assalariados e pensionistas estas maravilhas de plástico que os endividam insidiosamente? Por que aqui aceitamos este absurdo!

Em nome do trauma histórico da inflação (com o qual interessa aos próprios bancos nos aterrorizar, por seus porta-vozes e lobistas) PERMITIMOS (todos: governos, justiça, cidadãos), há décadas, este verdadeiro ESTELIONATO FINANCEIRO com nomes cintilantes (Gold, Platinum, Prime, Personnalité, Van Gogh!) que nos produz uma realidade virtual completamente distinta de qualquer país (desenvolvido ou emergente) do mundo.

Algum economista genial tem que nos salvar deste dilema sempiterno entre o "dragão da inflação" e os vampiros da economia popular real.

Tentar justificar tal margem de lucro e botar a culpa nos impostos (sic!) e na inadimplência do assalariado brasileiro é muita desfaçatez!

E ainda se espantam qdo a exacerbação da raiva popular em alguns protestos das ruas visam especialmente as agências e postos bancários. 


Apesar de dar raiva, a forma certa de REAGIR a este absurdo é se conscientizando disso (as matérias como estas são raras, por motivos óbvios: contrariam os grandes anunciantes da mídia) via redes sociais e conversas diretas, e simplesmente EVITANDO NOS SUBMETER a estes juros escorchantes, evitando cair neste conto de fadas do "posso comprar tudo parcelado"... Saia dessa! Faça uma faxina nos seus cartões de crédito AMANHÃ MESMO! Não aceite ser considerado seis vezes mais caloteiro que um argentino! Nem pagar seis vezes mais caro pelo mesmo dinheiro, qualquer que seja o tentação ou necessidade!

E você? O que acha disso?


Reportagem completa: "Brasil tem a maior taxa de juros no cartão de crédito da América Latina" 
Mais sobre a cantilena dos juros também em: "As máximas do 'juristas'", de 2015.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A Mercatto do povo: aqui também tem consciência social.


Poucos notam, mas episódios como o da padaria se repetem no cotidiano popular também; pena que com pouca repercussão. 

Hoje mesmo, por volta de 6:40 da manhã, durante a viagem da Redinha para o Viaduto de Ponta Negra, usuários da linha 08 foram surpreendidos por um indivíduo estressado que, ao ser solicitado para dar passagem a outro passageiro que queria descer, surtou, começou a agredir verbalmente os demais passageiros e, ao final, intimidou a todos mostrando a arma de fogo na cintura.

Em face do pânico instalado entre os passageiros, o motorista parou o ônibus na altura da linha do trem do Bairro Nordeste e intimou o indivíduo a descer - do contrário teria que chamar a polícia. O agressor, visivelmente estressado e alterado, alegou que não queria ser incomodado por ser "autoridade".

Apesar de ouvir frases como "a autoridade aqui sou eu", o motorista enfrentou a situação com calma e conseguiu convencê-lo a descer. Os passageiros, que todos os dias têm histórias escabrosas para contar ao chegar aos seus trabalhos, seguiram a jornada rotineira de sustos.

Isso mostra que não é só na Padaria Mercatto que a sociedade está repelindo pseudo-autoridades histéricas.

A consciência sobre o lugar de cada um na sociedade começa a chegar à base da pirâmide. Felizmente, ao menos isso.

Praias do RN sendo engolidas pelo mar, e a culpa é nossa!


No domingo passado, uma matéria do repórter Felipe Galdino da Tribuna do Norte (Natal/RN) destacou que o problema da erosão na costa potiguar é sério e só tende a piorar. Aliás, em julho de 2012, outra reportagem no mesmo jornal - do reporter Ricardo Araújo, chamou a atenção do mesmo problema, sério - seríissimo - porque atinge a territorialidade dos municípios, o valor dos imóveis litorâneos, o turismo e o veraneio, e principalmente as condições naturais da vida nestas regiões e cidades.

Não é preciso ir muito longe para ver o efeito disso. Além de Ponta Negra, em Natal, os mais velhos se recordam do tempo em que era preciso caminhar na areia por 20-30 metros antes de mergulhar em Muriú, Jacumã, Caiçara do Norte, Pedra Grande e até Galinhos e Areia Branca. Se em Ponta Negra, o mar avança, em média, quase 2 metros por ano, na Ponta do Tubarão, em Macau, esse avanço chega até 50 metros por ano!

O estudo da UFRJ, chamado "Erosão e Progradação do Litoral Brasileiro", divulgado em meados do ano passado aponta 120 praias do Brasil que já foram atingidas pela erosão de forma severa em todo o litoral.

Há cerca de 8.500 km de praias no país mas nenhum órgão ambiental é capaz de afirmar ou foi capaz de monitorar quanto deles estão sendo "engolidos" pelo mar. O que se tem certeza é que quase todo o litoral sofre. Na Paraíba, por exemplo, 50% das praias registram erosão.

A maioria dos estudos reconhece que o nível do mar vem aumentando, e esta seria uma das prováveis causas da erosão, mas não necessariamente a principal.

Outro estudo, da USP, aponta que não só o nível do mar está subindo como a intensidade das ondas também é maior. Os pesquisadores analisaram marégrafos de cinco pontos espalhados pelo país -Cananeia, Santos, Ubatuba, Recife e Belém - e constataram que a altura das ondas aumentou em 20% em 45 anos (entre 1957 e 2002), e que, em Recife, entre 1947 e 1987, o aumento do nível do mar foi de 5,2 centímetros por década!

Um terceiro estudo, do IBGE, constata que nem sempre é o mar que está subindo, mas a crosta terrestre que pode estar afundando, em virtude de falhas geológicas ou afundamento do solo por conta da retirada de água do lençol freático.

Enfim, o que todos os estudos apontam em comum é que o esgotamento de fontes naturais e as construções desordenadas que interrompem o fluxo da areia são grandes causadores do avanço do mar sobre as cidades e praias oceânicas do Brasil.

As soluções pontuais para o problema vão muito além dos meros e impotentes muros e sacos de contenção. Começam com medidas como o "engordamento da faixa de areia" que é algo caro, pois envolve a dragagem da areia do fundo do mar com máquinas pesadas para recolocá-la na praia. A montante dos rios, também é necessário coibir o represamento deles e, obviamente, a sua poluição com esgoto e dejetos.

OU SEJA, a solução está em NÓS! E os órgãos ambientais têm mais é que ser bem equipados, capacitados em termos de pessoal e prestigiados na sua autoridade para agir em nome da sociedade e das gerações futuras -- e assegurar que a nossa ignorância e pressa no presente, não deixe apenas um legado de metralha de obra e ruínas nas nossas praias.


- Aúdio do meu comentário de hoje no @Jornal96: “Praias do RN sendo “engolidas” pelo mar, e a culpa é de todos nós”. - https://soundcloud.com/jean-paul-prates/jpprates-coluna-11

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O mistério da regulamentação dos quebra-molas (lombadas) no RN e no Brasil


Quem consegue entender qual o critério para a instalação, dimensões e distanciamento mínimo dos quebra-molas (tipos precários de redutores de velocidade) nas estradas e ruas do RN?

Comentário (áudio) no Jornal 96 (Radio 96, Natal, RN) (Introdução ao assunto)
Dentre as obras privadas em áreas públicas, uma das mais comuns (tanto em perímetro urbano como em rodovias) é a construção de quebra-molas. 
O problema é que estas lombadas, sem sinalização adequada e fora dos padrões da legislação brasileira, podem provocar desde avarias em veículos até graves acidentes de trânsito. 
Além disso, tem BR de pista dupla, recém reconstruída, com quebra-molas sem sinalização; têm RNs de acesso a locais turísticos como Pipa e Barra de Cunhaú onde se pode contar mais de 40 quebra-molas em todo o percurso! Em SMiguel do Gostoso, além de serem mais de 30, os tamanhos, alturas e distanciamentos são totalmente caóticos! Alguns parecem verdadeiras barreiras. Em plena cidade de Natal (e.g. Esta foto na Rua Monte Sinai, em Cidade Jardim), "surgem" quebra-molas de um dia para outro. 
Ou seja, qualquer um se instala à margem da rodovia (normalmente desrespeitando o limote da servidão da mesma) e, após certo tempo de moradia, se acha no direito de construir anteparo à mobilidade de todos. 
Claro que há casos em que alguma coibição ao abuso de velocidade é inevitável e necessária. Mas (i) há que se ter um padrão razoável e analisar outros métodos antes de recorrer ao "guarda-deitado", e (ii) é preciso que este esteja sinalizado devidamente, sob pena de gerar problemas coletivos ainda maiores do que os que se pretende evitar.
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que disciplina o assunto no CBT (Código Brasileiro de Trânsito, lei federal nº 9.503/97), restringe a colocação de ondulações, lombadas ou quebra-molas, conforme a denominação que se queira dar a esses incômodos redutores de velocidade.
Diz o parágrafo único do artigo 94 da resolução 39/98 do Contran/Denatran: 
"É proibida a utilização de ondulações transversais e de sonorizadores como redutores de velocidade, salvo em casos especiais definidos pelo órgão ou pela entidade competente, nos padrões e critérios estabelecidos pelo Contran".
A legislação prevê multa para quem coloca lombadas sem permissão. O responsável pelo quebra-molas irregular, se identificado (aí é que está um dos problemas), ainda poderá ser punido criminalmente por danos materiais e por homicídio.
A colocação de quebra-molas na zona urbana está a cargo da Prefeitura, que deve indicar, conforme a legislação, a localização, o espaçamento e o padrão necessários.
Portanto, cabe à municipalidade apontar a sinalização adequada, com base na legislação, colocando placas de indicação de velocidade máxima permitida, evitando assim que o redutor não vire um obstáculo infeliz para motoristas.
Mas há um padrão exigido, além da sinalização devida: 
As lombadas devem obedecer a Resolução nº 39/98 - Denatran, devem obrigatoriamente ser sinalizadas, e podem ser de dois tipos de tamanho. No tipo 1 devem ter as medidas de 8 cm de altura por 1,5m de largura, no tipo 2 devem ter 10 cm de altura por 3m de largura, ambos com o comprimento igual a largura da rua. Devem ser utilizados somente em último caso para a prevenção de acidentes.
A resolução 39/1998 do CONTRAN citada acima está em vigor desde 1998, mas no RN provavelmente não existem mais de dez quebra-molas que estejam dentro destas especificações. E olha que grande parte deles foi construída após o ano de 1998. Nunca cheguei a medir, mas certamente existem alguns quebra-molas no RN que ultrapassam 20 cm. Querem quebrar os carros, pois é isso que acontece quando passamos por elas, quando o carro está cheio de passageiros é inevitável que o assoalho seja atingido. Os quebra-molas servem para mostrar e provocar que a velocidade naquele local deve ser menor, mas a maioria deles desrespeitam a lei e fazem verdadeiros obstáculos nas ruas da cidade. O pior é que aqueles motociclistas que não respeitam a velocidade não são prejudicados, pois eles saltam o quebra-molas tranquilamente. Muitos acidentes graves acontecem por causa desses quebra-molas irregulares e mal sinalizados. Uma simples lei como essa não é cumprida e não parece haver ninguém para fiscalizar. 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

2014

Caros amigos. 

Estamos iniciando este novo ano com várias novidades, trabalhadas duramente ao longo de 2013 para que se tornassem realidade em 2014. 

Resolvi enviar esta mensagem única para atualizar os amigos e contatos a respeito das minhas atividades já que muitos de vcs só conhecem uma ou duas das frentes a que tenho me dedicado.  

1. Desde 2003, mantenho duas residências e duas sedes de trabalho: a principal em Natal e, a cada 2 semanas, no Rio de Janeiro - relativamente a cada atividade profissional. 

2. Este ano, a Expetro atinge 23 anos de história como a primeira consultoria brasileira especializada em petróleo e gás, e segue atuando nas áreas técnicas e operacionais como também na gestão e análise econômica, regulatória e conjuntural do setor (mais em http://expetro.com.br). O novo cadastro de consultores para trabalhar em projetos do grupo é http://hubconsultants.herokuapp.com/

3. Da mesma forma, continuando uma jornada que começou há mais de 15 anos, a Smartpublishing (anteriormente, Smartpetro) segue representando editorial e comercialmente o Grupo Pennwell (Petróleo) e realizando publicações como a Oil & Gas Journal Latinoamericana (http://ogjla.com.br) com foco nas mídias digitais (http://smartpublishing.com.br/) e no projetos exclusivos de alto nível (e.g. http://playing2.com/), além do clipping eletrônico sobre o RN (http://www.riograndedonorte.net/).  

4. Após a experiência de atuação no governo, como Secretário de Energia do Estado do Rio Grande do Norte, estado que me adotou como cidadão, tomei a iniciativa de fundar o primeiro think-tank do Nordeste: o CERNE, entidade de apoio a empreendedores e a governos, com objetivo de auxiliar a criação e execução de estratégias para o seu desenvolvimento nos setores relativos aos recursos naturais e à energia - mais em http://cerne.org.br/

5. Individualmente, depois disso, também passei a compor um grupo de acionistas e investidores que viabilizaram a formação e consolidação da Bioconsultants - consultoria especializada nas atividades de apoio ambiental, sócio-comunitário e patrimonial-arqueológico a empreendimentos complexos (mais em http://bioconsultants.com.br/) e da CRN, empresa de consultoria em projetos relacionados com tecnologia e uso de fontes renováveis de energia (mais em http://www.crnbrasil.com.br/). 

6. Finalmente, em 2013, iniciamos a constituição do Sindicato das Empresas do Setor Energético do Estado do RN (SEERN), que hoje já congrega os membros mantenedores do CERNE e filiará as demais empresas atuantes no setor - mais em http://seern.com.br/

7. No mais, continuo com a coluna "Além do Petróleo" no jornal O Globo (http://oglobo.globo.com/blogs/petroleo/), "SustentHabilidade" na Radio 96 Natal e no Nominuto.com (http://nominuto.com/sustenthabilidade), e com as participações como comentarista da CBN e da Globo News etc. 

8. Tenho retomado também as atividades como membro de conselhos de administração (normalmente 3 de cada vez, sem conflito). No momento, tenho duas disponibilidades. 

Espero poder rever a todos durante 2014, e renovo os votos por um feliz e bem sucedido ano novo. 


Feliz 2014! 
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