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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Rede nacional de pesquisas em energia eólica recebe adesão da FAPERN, UFRN, IFRN, SEBRAE e universidades particulares do RN.


A reunião com a rede potiguar de desenvolvimento tecnológico foi o compromisso de maior repercussão da visita de Élbia Melo à Natal e o único testemunhado em partes pela imprensa. No total, 20 pessoas participaram deste encontro, que contou com as presenças da diretora geral da FAPERN (Fundacao de Apoio à Pesquisa no RN), Bernadete de Souza, José Mario Gurgel, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RN, além de representantes da UFRN, IFRN, CT-GAS, UNP e SEBRAE-RN.



A reunião foi aberta pela presidente da ABEeólica, que fez as apresentações e explicou as razões da visita ao RN. Élbia Melo falou sobre a necessidade de assegurar fontes de financiamento perenes e independentes, como os institutos de pesquisa e as próprias empresas envolvidas nos setores pesquisados. Afirmou que a energia eólica já é atividade consolidada no Brasil e que o próximo objetivo do setor precisa ser o de “tropicalizar” os equipamentos e melhorar a eficiência dos processos de produção.



Em seguida, a diretora geral da FAPERN expôs a situação atual da rede de pesquisas voltadas para as inovações tecnológicas do RN, de iniciativa da Fundação, e da qual participam todas as instituições que estiveram presentes no encontro. Segundo ela, tem sido feito um esforço grande para criar esse grupo de pesquisas no RN. Para isso, convênios com universidades de outros Estados brasileiros e até de outros países como a Espanha (Universidade de Valência), estão sendo viabilizados. Acordos com institutos de pesquisa como o CNPQ também estão na pauta da rede potiguar.   Para a professora Bernadete, é preciso que a pesquisa caminhe junto com as empresas. Dessa forma, os trabalhos serão todos voltados a atender demandas geradas pelo próprio setor eólico instalado na região de atuação da rede.



Antes do encerramento do encontro, Jean-Paul Prates, Diretor-Geral do CERNE, explicou o papel do centro, que é o de orientar e produzir diretrizes gerais para os diversos setores das energias renováveis.  Afirmou também que a capacitação não faz parte das atribuições do CERNE, sendo destinada, no RN, a instituições como SEBRAE, SENAI E CTGAS-ER. 


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