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Opinião e realizações

domingo, 6 de março de 2011

Íntegra da entrevista à Tribuna do Norte: Alcanorte


Tribuna do Norte
A íntegra da entrevista de Jean-Paul Prates
a Renata Moura (Editora de Economia) 
da Tribuna do Norte (Natal/RN)
Domingo, 06/MAR/2011



“A Alcanorte-Barrilha pode funcionar em 2014”

Renata Moura - Editora de economia

A Alcanorte, fábrica concebida para produzir barrilha no Rio Grande do Norte, no município de Macau, teve sua placa descerrada há pouco mais de 34 anos, mas, ao contrário do que se poderia esperar, a inauguração não significou a largada das operações da indústria. Envolvida em polêmicas, dívidas e em infindáveis disputas judiciais, a estrutura, que prometia uma guinada para o desenvolvimento do estado, permaneceu desativada e, de tempos em tempos, apenas prometendo ligar as máquinas. Desta vez, a tentativa será feita pelo carioca, advogado e economista, Jean-Paul Prates. Esta semana, ele se apresentou como novo gestor para revitalização e implantação de negócios da companhia, trazendo de volta a ideia de transformá-la num complexo industrial para produzir outros produtos além de barrilha. Nesse caso, a proposta seria montar Sociedades de Propósito específico para explorar, de forma isolada, diferentes negócios. Nesta entrevista, Prates detalha o projeto e fala sobre os desafios para concretizá-lo. 

Nome: Jean-Paul Terra Prates
Idade: 
42
Formação:
 Advogado e Economista, Mestre em Gestão e Política Energética e Ambiental (Universidade da Pensilvânia, Mestre em Economia e Gestão de Petróleo, Gás e Motores pela Escola Nacional Superior de Petróleo e Motores do Instituto Francês do Petróleo, Paris, França.
É carioca? 
"Botafoguense nato (nasci em Botafogo, RJ) e orgulhoso cidadão potiguar, natalense e mossoroense" (títulos concedidos respectivamente pela Assembléia Legislativa do Estado e Câmaras Municipais).

- Há cerca de um ano, o senhor - então secretário estadual de Energia - afirmou que a Secretaria de Energia e Assuntos Internacionais, conjuntamente com a Procuradoria Geral do Estado, a Secretaria de Planejamento e Finanças e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, vinham empreendendo, desde 2009, um processo de investigação, análise, discussão interna e trabalho técnico com vistas a finalizar um diagnóstico preliminar da situação operacional, técnica, financeira, societária e tributária da Alcanorte. A expectativa, segundo divulgou na época, era que o diagnóstico servisse de base para a elaboração das diretrizes e metodologias para revitalizá-la, aprimorá-la ou adaptá-la aos novos contextos de mercado do Brasil e do mundo - não somente quanto à barrilha como também quanto a outros potenciais segmentos industriais e petroquímicos que poderão ser viabilizados a partir de seus ativos. Quais foram os resultados desse trabalho? 
Na época, o que eu propus - e cheguei a começar a implementar - foi um Grupo de Trabalho, eminentemente técnico, para realizar um diagnóstico imparcial e apolítico dos ativos e passivos da empresa, bem como um levantamento das possibilidades de negócios e investimentos que aproveitassem os potenciais recursos existentes na Alcanorte integrando-os com outras frentes de investimento em crescimento no Estado. Infelizmente, com a extinção precoce e surpreendente da Secretaria de Energia (em abril de 2010) e a superveniência da campanha eleitoral, o trabalho não se completou. 


- O senhor foi contratado para "revitalizar e implantar novos negócios" na Alcanorte. Como pretende fazer isso?
O convite surgiu em meados do ano passado e pensei muito antes de aceitar este desafio complicado. Com a diretoria da empresa legitimada, chegamos a um consenso sobre um mandato específico para gerir a revitalização. A gestão interna da empresa continua, obviamente, com a diretoria. Fiz um contrato de risco em que só receberei alguma coisa se os modelos que eu implantar prosperarem. Agora, o primeiro passo é retomar o trabalho dos diagnósticos de situação e, ao mesmo tempo, começar a montar a metodologia de módulos de negócios e definir cronogramas e planos de investimento. 


- De acordo com informações divulgadas por sua assessoria, a ideia é montar Sociedades de Propósito específico. Cada negócio seria explorado de forma isolada, por diferentes investidores. Como seria feito isso?

É preciso dizer que, mesmo nos períodos em que a gestão da empresa esteve "pacificada", por várias vezes se tentou trazer investidores para o conjunto Alcanorte, só que sem uma definição concreta do retorno e da viabilidade técnico-econômica em relação ao investimento. Houve todo o tipo de tentativa, inclusive um contestável "arrendamento" da empresa que, na verdade, nunca foi efetivado. Muita gente se propôs a conversar com investidores mas não tinha o que apresentar pois, primeiro, tinha que se ter os números e a verdade (técnico-econômica, e não histórico-mitológica) sobre a empresa. Nenhum investidor vai colocar dinheiro num notório "elefante-branco" sem saber que retorno vai dar e que riscos vai correr. Daí a idéia de usar uma metodologia muito comum em processos de privatização e de reestruturação de empresas: a de isolar as partes contaminadas pelo passado e montar módulos de negócios de acordo com cada uma das potencialidades ou aptidões a serem exploradas. O investidor só se interessa pelo que ele pode ver claramente. Vamos organizar os módulos de negócios para ir buscar investidores talhados para cada segmento, que conheçam e queiram investir nele. Se quisermos colocar um só investidor de uma vez para tocar tudo o que a Alcanorte pode oferecer, o processo não é impossível - pode até ocorrer - mas até hoje este tipo de tentativa nunca surtiu efeito. 



- Como atrair interessados para investir num negócio emperrado há mais de 30 anos, envolvido em disputas judiciais e atolado em dívidas?
Vamos atuar em duas frentes concomitantes: esta dos módulos e, em paralelo, num trabalho de arqueologia documental, em busca de localizar todos os compromissos, débitos, créditos, patrimônios e ônus que a Alcanorte tem. O problema é que a confusão judicial que existiu até 2 anos atrás fez com que vários grupos de diretores se revezassem na "gestão" da Alcanorte e, principalmente, da Álcalis - sua empresa-mãe com sede em Arraial do Cabo, Rio de Janeiro. Como cada grupo brigava com o outro quando saía da gestão, levava ou inutilizava documentos numa ação predatória e auto-destrutiva para as empresa que está sendo tratada nas instâncias próprias em relação a gestão temerária e fraudes a credores. Nosso mandato está adiante destas pendengas. A atual gestão foi confirmada como legítima e agora as duas empresas estão prontas para trilhar caminhos de reconstrução e progresso.  No Rio, o grupo tem contado com o apoio do Governo Federal e do Governador Sergio Cabral. Aqui no RN, a situação de passivos é bem mais suave: pelo que apuramos até agora, dívidas bem menores e muitas já prescritas ou renegociadas. Então esperamos contar, na hora certa, com o apoio institucional do Governo do Estado e da classe política, num esforço que tem que deixar de lado as diferenças eleitorais e somar esforços supra-partidários pela revitalização deste emblema do RN que pode se tornar um complexo industrial e gerador de renda e empregos para a nossa economia.


- Quando e onde o senhor pretende começar a buscar esses investidores?
A partir de maio/junho deste ano, creio que já teremos a primeira fase do processo completada, ou seja, diagnóstico da situação patrimonial e financeira, e módulos de negócios pré-formatados. Aí será a hora de começar contatos com investidores em cima de oportunidades concretas e mensuráveis. 




- Já há interessados?
A diretoria da empresa sempre tem recebido contatos e manifestações de interesse em várias áreas, tanto no que se refere aos ativos existentes em Arraial do Cabo/RJ quanto a Macau/RN. Claro que iremos re-contactar estes interessados para conhecer suas intenções. Mas isso não basta. É preciso ser proativo e ir atrás dos investidores ideais, ou seja, aqueles que têm perfil adequado a cada módulo de negócios - sem excluir a hipótese de investidores múltiplos: aqueles que eventualmente venham a se interessar por mais de um módulo, integradamente ou não. De qualquer forma, em alguns dos módulos, deveremos constituir Fundos de Investimento para acolher investidores genéricos, atraídos pela taxa de retorno e potencial de "upside" (ganhos adicionais estratégicos resultantes de gestão tecnicamente eficiente). Estes Fundos são transparentes, registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e acessíveis a investidores individuais ou empresas do Brasil e do exterior. O investidor compra cotas do Fundo, que por sua vez tem participação nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs) da Alcanorte, formatadas por segmento de negócio. 




- Pelo que entendi - de acordo com informações da sua assessoria - haveria a possibilidade de explorar atividades nas áreas de recursos hídricos, petróleo e gás, energia renovável, agricultura sustentável, aquicultura e industrialização do sal, além da possibilidade da retomada da fábrica de barrilha. Esse "além da possibilidade" significa que a barrilha, foco original do projeto, deixaria de ser uma prioridade? Por que?'


De maneira nenhuma! A barrilha é o carro-chefe e razão de existir original da Alcanorte. E continuará sendo. Mas justamente pela sua importância, temos que ter muito cuidado com este módulo. Este mercado é eivado de mitos e verdades que teremos que desbastar. Afirma-se que o fato de o Brasil ainda hoje importar TODA a matéria prima de vidro de que necessita resulta de um alegado "lobby" poderosíssimo, historicamente acusado de ter até mesmo impedido deliberadamente a Alcanorte de ter cumprido a sua missão: suprir pelo menos um terço da demanda nacional por barrilha. Diz-se também que a barrilha de origem química (ou seja, fabricada), como a nossa, teria se tornado inviável diante da barrilha natural, produzida em minas subterrâneas no Wyoming (EUA). Teremos que desmistificar estes conceitos e, sem "furar o olho" de ninguém, conciliar espaços para todos.


A meu ver, não é concebível que um país que se torna auto-suficiente em petróleo, exportador de energia e de minérios, líder em produção de alimentos, detentor de tecnologia nuclear, impulsionador de estaleiros e indústria aeronáutica ainda esteja na estaca zero quanto à dependência da barrilha importada. Fazemos tanto esforço nos setores de petróleo, energia eólica, metalurgia, naval e outros para ter o chamado 'conteúdo nacional' e gerar emprego e renda aqui no Brasil, e importamos 100% da barrilha? Tem alguma coisa de errado nisso e é preciso discutir o assunto a nível político nacional. 


Afinal, a barrilha mineral demanda processamento industrial complementar, viaja mais de 1500 km de trem até chegar ao porto de exportação nos EUA e não supre todo o mercado nacional, tendo muitas vezes que ser complementada por barrilha química (a mesmíssima que a Alcanorte poderia estar produzindo) gerando empregos em outros países como Polônia, Índia, Rússia etc. Eu sou um conciliador e não pretendo matar o negócio de ninguém. Quem está ganhando com a importação pode continuar no negócio. Mas terá que abrir um espacinho para nós, do Brasil. Acho que tem espaço para todo mundo. Vamos atrás de mais esta conciliação. 




- Em entrevista à TRIBUNA DO NORTE, publicada no dia 04 de abril de 2010, o presidente da Alcanorte, Thiago Brasil, disse que o foco do projeto continuaria sendo a barrilha e que a própria Álcalis administraria a fabricação. Só que seria preciso buscar investores para negócios paralelos, como a fabricação de cimento. Houve alguma mudança nesse projeto?
Não. A idéia continua sendo esta mesmo (ver respostas acima). 


- Quais são as dificuldades existentes hoje para revitalizar a Alcanorte? 
A parte documental, que, como eu disse, foi inteiramente destruída, subtraída ou inutilizada. Esta parte do trabalho não está exatamente dentro do meu mandato, mas ajudarei como puder. Mas o fato é que a atual diretoria e sua equipe estão tendo que fazer verdadeiras investigações arqueológicas para reconstituir a contabilidade e os documentos financeiros da empresa, após várias décadas de querelas judiciais, gestões interinas, vendettas de grupos que se digladiavam pelo controle da empresa. Mas acho que estão no bom caminho, agora. 



- A incerteza sobre a oferta de gás e a falta de recursos próprios dos controladores já foram apontados como problemas. Isso persiste? poderá inviabilizar o projeto?
Esta história do gás vem do tempo em que havia o projeto do Pólo Gás-Sal - que era magnífico, mas perdeu sua janela de oportunidade. Naquela época, o projeto que hoje virou a Termoaçu estava incluído no mega-complexo de aproveitamento das águas-mães, sal, gás e calcário. Nós vamos revisitar este projeto mas teremos que atualizar seus fundamentos mercadológicos e tecnológicos. Já conversei com personagens importantes desta história, como o Ministro Garibaldi Alves (que era o Governador à época), o então presidente da FIERN Abelírio (Bira) Rocha, e o atual diretor-geral da Salinor, Ayrton Torres com quem sempre mantive contato. Inclusive ele sim, foi o primeiro secretário de energia do Estado pois ocupou a então Secretaria Extraordinária do Pólo Gás-Sal, que depois herdamos, Tiburcio e eu, sucessivamente, já transformada em Secretaria de Energia. O gás, no caso, era para a Termoaçu, que no projeto original alimentaria o complexo. Hoje, o Estado dispõe de plenas condições para gerar e consumir toda a energia de que necessitar, e de todo tipo: biomassa, eólica, derivados de petróleo e gás. Claro que teremos que equacionar tudo de forma eficiente e sustentável, mas creio que este não é um problema como antes.


- A atual administração da empresa disse no ano passado que pretendia reunir dados e números concretos para então procurar a Petrobras. O fornecimento de gás seria o foco da conversa. Isso foi feito? Quais foram os resultados desse encontro?
Eu vejo a Petrobras como parceiro, não como muleta ou arrimo. Em meio a esta estratégia dos módulos de investimento, haverá casos e horas em que a Petrobras poderá ser um parceiro interessante, tanto como potencial comprador de produtos como sócio, investidor ou até operador de módulos específicos. A Refinaria Clara Camarão é o vizinho mais importante que a Alcanorte tem. Ela precisa, entre outras coisas, de suprimento de água, por exemplo. Claro que é um caso imediato a tratar, pois é na Alcanorte que a CAERN bombeia água para os municípios da região Macau-Guamaré. Temos aí, de cara, um módulo de investimento formado: gerador, operador e comprador competentes. Juntos, eles podem fazer acontecer. E os investidores terão certeza de que este é um módulo viável. Vamos começar por ele. Agora, sobre gás, ainda teremos que ver. Mas meu sentimento é que a relação com a Petrobras estará sempre balizada pelos princípios de mútuo interesse e viabilidade econômica, caso a caso. 


- A disputa judicial pelo controle da empresa, que se arrastou por alguns anos, foi encerrada ou continua "assombrando" o negócio? 
Uma das razões pelas quais demorei a analisar o convite para este mandato foi exatamente obter o máximo de certeza de que isso estava superado e que a diretoria que me respalda é legítima. Pelo que pude apurar junto aos advogados e consultores da empresa, tanto aqui no RN quanto na Álcalis, a legitimidade foi confirmada quatro vezes, em diversas instâncias: Arraial, Rio de Janeiro, Macau e Natal. Estou confiando no que a Justiça determinou. Aceitei o mandato de quem a Justiça definiu que manda na empresa. 



- O que será a Alcanorte que o senhor propõe?
Um complexo industrial eficiente que tenha a fabricação de barrilha como produto principal, e módulos industriais/minerais acoplados que aproveitem o potencial hídrico, mineral e energético dos seus ativos. 

- Falando em números, quanto será necessário investir para revitalizar a Alcanorte?
Depende da montagem de cada módulo de negócios. Alguns são de menor porte (R$5-10 milhões). Outros requererão mais aportes: da ordem de centenas de milhões. No total, creio que podemos falar de um investimento agregado (de várias origens) de cerca de R$500-600 milhões de reais. Só no módulo barrilha, as primeiras estimativas para reativar a fábrica, que está encaixotada há 30 anos e que teria que ser aprimorada e modernizada, montam pelo menos R$280 milhões. Sei que já se falou em muito mais no passado, por conta do investimento na tal térmica. Mas com a Termoaçu e os parque eólicos funcionando, esta parte se atenuou muito. Longe de ser ruim, isso é bom. Significa que o monstrengo ficou bem mais domesticável. 

- Quando, de fato, ela estaria pronta para começar a produzir?
Se as condições de mercado, dependentes da concorrência com a barrilha importada, permitirem, a Alcanorte-Barrilha poderá funcionar já em 2014, ano da Copa. 

- Segundo Thiago Brasil, 96% da construção civil está pronta e 70% dos equipamentos estão comprados. Mas essa estrutura tinha como foco a barrilha. Ela será aproveitada? como?
Sim. Mas como eu disse, a planta que está encaixotada terá que ser modernizada e aprimorada. Do contrário não teremos competitividade para justificar os pleitos quanto ao mercado nacional. 

- O que precisa ser feito na estrutura para que a operação inicie? 
Acima


- A Alcanorte vai pedir algum tipo de incentivo ao governo? Que incentivo seria esse?
Creio que, mais do que ninguém, uma nova Alcanorte, revitalizada, revigorada e eficiente, merecerá todos os incentivos locais, estaduais, regionais e nacionais que estiverem disponíveis para indústrias da mesma importância que ela. Estes incentivos não se confundem com privilégios. São incentivos disponíveis a quem se qualifica para recebê-los. Parte do nosso trabalho é exatamente conseguir qualificar a empresa para requerê-los legitimamente. 

Mas tem uma coisa diferente, quanto à questão da barrilha. Vamos querer discutir a alíquota zero, atualmente incidente sobre a barrilha importada. Como eu disse, não queremos atravessar ninguém, mas, se provarmos ser capazes de atender parte da demanda nacional, vamos pleitear junto à classe política do RN e do Brasil um tratamento especial para este percentual da demanda que deverá ter prioridade no atendimento ao mercado. Ou seja, queremos primeiro mostrar que podemos produzir e a preço competitivo. Feito isso, queremos que o governo federal tribute o produto importado pelo menos até o percentual do mercado que pudermos atender, a preços competitivos. Essa será a ÚNICA contribuição que só a política poderá nos dar. O resto, a gente dá jeito. 

- Como esse complexo poderia contribuir com o desenvolvimento de Macau e do estado? 
Da mesma forma que qualquer grande empreendimento industrial, como a refinaria ou as fábricas de equipamentos eólicos, a Termoaçu ou um terminal oceânico: empregos e renda locais. Além disso, reinserindo Macau e sua região no mapa da industrialização química, podendo desenvolver tecnologia e processos industriais adicionais aos da barrilha, como para a fabricação de cloro, tintas, vernizes, sintéticos e outros. Inclusive acoplando estes módulos, futuramente, à atividade de petróleo, gás e energia do Estado. 

- Quantos empregos, por exemplo, geraria?
Não é possível precisar isso a esta altura, mas, numa estimativa grosseira e inicial, creio que posso arriscar um número de pelo menos 500-1000 empregos diretos e outros 2000 indiretos, na região, até 2014. 

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