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SustentHabilidade

Opinião e realizações

domingo, 4 de julho de 2010

Saiba o que é e o que faz o CERNE | Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia | CERNE é um “think tank” (núcleo de referência) voltado para a concepção, discussão e implementação de estratégias e projetos relativos ao aproveitamento sustentável dos recursos naturais e energéticos no Rio Grande do Norte e na região em que ele se insere (Nordeste Setentrional do Brasil).

A forte integração entre empreendedores, especialistas técnicos e setoriais, gestores públicos, academia e centros de pesquisa, dá ao CERNE a capacidade de desempenhar atividades de caráter técnico, econômico-financeiro, regulatório e institucional com base:

· na geração e gestão de informações setoriais,

· na antecipação de tendências e desafios;

· na mobilização de forças políticas, e

· na interação técnica, empresarial e governamental,

para apoiar e aprimorar todo tipo de exploração econômica sustentável dos recursos naturais, renováveis e não-renováveis, e também da geração de energia a partir destes recursos.


MISSÃO E OBJETIVO

A missão do CERNE é promover a articulação e a integração das diferentes instâncias institucionais, acadêmicas, científicas, empresariais e governamentais relacionadas com a exploração sócio-econômica, preservação, planejamento e desenvolvimento dos recursos naturais e fontes energéticas com vistas à otimização, eficientização e, sobretudo, sustentabilidade das atividades a elas pertinentes, de forma a assegurar sua boa utilização no presente e em benefício das gerações futuras.

Constitui objetivo geral do CERNE ser um parceiro dos setores privado e público na busca por soluções objetivas e pragmáticas sobre os diversos desafios dos atores econômicos relacionados com o aproveitamento sustentável dos recursos naturais e da energia, permitindo que os diferentes participantes possam melhor se posicionar dentro do contexto dinâmico destes setores.


FUNCIONAMENTO

Sem fins lucrativos, o CERNE possui uma estrutura de funcionamento ágil e eficiente – mantida pelos seus membros.

Com sede em Natal (RN) e escritório de apoio no Rio de Janeiro (RJ), o CERNE tem duas categorias de membros efetivos e duas categorias de apoio institucional, a saber:

Membros Mantenedores: empresas com atuação direta ou indireta nos setores econômicos relacionados com a missão do CERNE, e interesse em integrar-se e reunir esforços e recursos em prol da consecução de objetivos comuns quanto às suas áreas de interesse. Contribuem financeiramente para o CERNE conforme classificação determinada pelo Conselho Gestor, e têm direito de votar (um voto por CNPJ) nas Assembléias Gerais do mesmo. No caso de CNPJs estabelecidos no Estado do Rio Grande do Norte, possuem também o direito de veto a deliberações e projetos propostos.

Membros Convidados: pessoas jurídicas ou individuais, locais ou regionais, usualmente de pequeno ou médio porte, que prestam serviços especializados de natureza técnica, jurídica, economico-financeira ou consultiva em geral, e que são convidados a participar do CERNE em função de sua especialização e potencial de agregar às discussões e trabalhos, mediante: (i) a apresentação de credenciais técnicas, societárias e contábeis; (ii) a aprovação pelo Conselho Executivo, e (iii) a assinatura de termo de compromisso respectivo.

Patronos Institucionais: instituições públicas ou privadas que desenvolvam atividades ou atuem em área de interesse do CERNE, cujas participações concorram para o apoio institucional e para a representatividade do mesmo.

Patronos Beneméritos: aqueles que receberem este título honorífico por ato do Conselho Gestor, dentre as personalidades de destaque nos campos de atuação do CERNE ou que, ao longo do desenvolvimento das suas atividades, venham a contribuir de forma significativa para a expansão e consolidação das finalidades da entidade.


ATIVIDADES DO CERNE

O CERNE trabalha com projetos sob medida, que visam ampliar a inserção econômica do Rio Grande do Norte no Brasil e no mundo, e promover o desenvolvimento sócio-econômico de suas regiões por meio de massa crítica e reflexão especial sobre os rumos do setor de recursos naturais e energia, nacional e internacional, bem como a implementação de estratégias efetivas.
Assim sendo, são atividades do CERNE, estatutariamente:

I. Constituir-se no principal pólo de integração entre as empresas, universidades e centros de pesquisa, visando ao fortalecimento e melhoria da atratividade e viabilidade dos projetos e investimentos relacionados com recursos naturais e energéticos assim como a competitividade da indústria de bens e serviços a eles relacionada, estabelecidos no Rio Grande do Norte e na Região Nordeste do Brasil;

II. Acompanhar a evolução tecnológica e regulatória bem como as tendências dos setores industriais, financeiros e operacionais relacionados com os recursos naturais e energéticos do Rio Grande do Norte e da Região Nordeste, em função da reorganização dos mesmos no Brasil e no mundo, e disponibilizar estas informações para todos os seus Membros;

III. Criar e manter atualizado um sistema de informação constituído de bases de dados sobre projetos e operações em curso nestas áreas, que atenda ao setor industrial, aos organismos governamentais, às agências de fomento e a centros tecnológicos e universitários;

IV. Apoiar as iniciativas de pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas e/ou tecnologias de projeto, materiais, equipamentos e produtos, metodologias e métodos de análise, valoração e teste/ensaios para o aproveitamento sustentável de recursos naturais e energéticos, com a participação de empresas, instituições de pesquisa e universidades, visando a sua transferência e/ou utilização;

V. Desenvolver programas sociais, ambientais, educacionais, científicos, tecnológicos, culturais, esportivos, de lazer e saúde pública e de mobilização por investimentos públicos e privados que realizem a promoção do progresso e sustentabilidade em cada uma das respectivas áreas de atuação dos entes relacionados com recursos naturais e energia;

VI. Conceber, elaborar e executar projetos, bem como desenvolver estudos técnicos e pesquisas relacionadas à sua Missão e assessorar tecnicamente quem atua ou tem pesquisas nas suas áreas de competência tecnológica;

VII. Motivar e promover a criação de novos projetos e novas empresas com base tecnológica e gerencial voltada para o aproveitamento sustentável de recursos naturais e energéticos;

VIII. Promover cursos, palestras, simpósios, seminários, congressos, encontros, e outros eventos relacionados com a promoção e implementação da sua Missão;

IX. Promover a criação de cooperativas, associações e núcleos comunitários, e participar da instalação e funcionamento de campanhas, programas educacionais ou informativos, publicações e veículos de mídia ou outros canais que sirvam à conscientização, mobilização, informação ou capacitação, de forma a aprimorar e acelerar as ações relacionadas com a sua Missão, e

X. Desenvolver e participar de cursos profissionalizantes e técnicos buscando treinar, capacitar e certificar trabalhadores, usuários e empreendedores para sua consciente e correta inserção no mercado de trabalho e ambiente operacional dos setores relacionados aos recursos naturais e energia;

Ainda com vistas a efetivar os objetivos enumerados e, captar recursos para a consecução dos seus objetivos, pode o CERNE:

a) Celebrar contratos e convênios junto aos poderes públicos municipais, estaduais e da União Federal; Executivo (da administração publica direta e indireta, empresas públicas, sociedade de economia mista), Legislativo e Judiciário; bem como, junto aos poderes públicos na esfera internacional – ressalvados os seus objetivos;

b) Firmar parcerias junto a outras organizações não governamentais – ONG’s, nacionais e internacionais, relacionadas a suas áreas afins;

c) Receber doações de pessoas naturais ou jurídicas interessadas em investir em seus programas, projetos e pesquisas, e

d) Prestar serviços de natureza consultiva, remunerados ou não, a entidades relacionadas com os setores de recursos


ADMINISTRAÇÃO

O CERNE dispõe da seguinte estrutura organizacional:

I. Assembléia Geral;

II. Diretoria Executiva e Diretorias Setoriais;

III. Conselho Fiscal.


ASSEMBLÉIA GERAL

A Assembléia Geral é o órgão máximo do CERNE, formado por número ilimitado de membros, dentre os seus Membros Mantenedores e Convidados. Cada Membro Mantenedor têm direito a indicar até dois representantes e dois suplentes. Cada Membro Convidado tem um representante e um suplente indicado.

Para fins de deliberação e votação da Assembléia Geral, contam-se os votos dos representantes titulares ou de cada um de seu(s) respectivo(s) suplente(s) em caso de impedimento deste(s).

A Assembléia Geral se reúne em AGO no mínimo anualmente, e delibera e aprova por votação em maioria simples. A Assembléia Geral poderá reunir-se em caráter extraordinário a qualquer tempo.


DIRETORIA EXECUTIVA

A Diretoria Executiva é o órgão executivo do CERNE, formado por 03 (três) membros, sendo 01 (um) Diretor Presidente, 01 (um) Secretário Geral e 01 (um) Diretor Financeiro, os quais perceberão remuneração mensal a ser definida em Assembléia Geral do CERNE.

A Diretoria Executiva somente se instala com a presença de todos os seus membros, devendo as deliberações ser tomadas pelo voto afirmativo de todos eles.

O mandato da Diretoria Executiva possui duração de 03 (três) anos, facultada a reeleição de seus membros por somente uma vez e alternadamente.


DIRETORIAS SETORIAIS E COORDENADORIAS ESPECIAIS

As Diretorias Setoriais, possuidoras de caráter consultivo na coordenação das atividades do CERNE, dividir-se-ão, conforme os objetivos do CERNE, nas seguintes áreas de especialização setorial:

I. Diretoria de Recursos Hídricos (DRH);

II. Diretoria de Recursos Minerais (DRM);

III. Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (DMAS);

IV. Diretoria de Energia Eólica (DEE);

V. Diretoria de Petróleo (DPET);

VI. Diretoria de Energias Alternativas Emergentes (DEA);

VII. Diretoria de Agroenergia e Agricultura Sustentável (DAAS);

VIII. Diretoria de Salinicultura e Derivados (DSAL);

IX. Diretoria de Aqüicultura e Pesca Sustentável (DAPS);

X. Diretoria de Desenvolvimento Urbano Sustentável (DURB);

XI. Diretoria de Infraestrutura e Logística (DLOG);

XII. Diretoria de Aproveitamento e Processamento Químico (DPQ);

XIII. Diretoria de Energia Solar (DSOL);

XIV. Diretoria de Gás Natural (DGAS).


As Coordenações Especiais tratam das atividades-meio do CERNE nas seguintes áreas:

I. Coordenação Especial de Relações Institucionais (CRI);

II. Coordenação Especial de Capacitação e Eventos Técnicos (CET);

III. Coordenação Especial de Publicações e Mídia (CPM);

IV. Coordenação Especial de Integração Acadêmica e Científica (CIACC);

V. Coordenação Especial de Integração Empresarial (CIEMP);

VI. Coordenação Especial de Integração Governamental (CIGOV);

VII. Coordenação Especial de Integração Técnica (CITEC).


THINK-TANK

A definição clássica de “think tank” (expressão inglesa que significa "depósito de idéias") é uma instituição, organização ou grupo de investigação que produz conhecimento e oferece idéias sobre assuntos relacionados a política, comércio, indústria, estratégia, ciência, tecnologia ou mesmo assuntos militares.

A maior parte dos think tanks são organizações sem fins lucrativos, fundados por governos, grupos de interesse ou empresas. Alguns think tanks também exercem funções de pesquisa e consultoria, sendo essa uma de suas fontes de financiamento.

Os think tanks têm se tornado cada vez mais utilizados por grupos empresariais do mesmo setor ou de setores semelhantes (complementares ou regulados de forma assemelhada) para justamente constituir uma entidade que não apenas reúna seus membros associativamente em torno de objetivos de comum interesse mas, mais ainda, tenha autonomia, agilidade e eficiência para AGIR na implementação das estratégias elaboradas, discutidas e acordadas pelo grupo. Um think tank não é um Instituto ou Associação meramente propositiva. Trata-se também de uma entidade de AÇÃO.

O conjunto de documentos em anexo constitui a base para o início da remobilização dos empreendedores e empresas em torno desta nova entidade, que objetivará, inicialmente, efetivar a implementação e operação dos projetos relacionados com a nova era de aproveitamento dos recursos naturais do RN e do Nordeste.

Para maiores informações, entre em contato: contato@riograndedonorte.net

Um comentário:

Carlos Alberto - BETÃO disse...

Bastante interessante e gostaria de ter mais informações sobre a atuação no Rio de Janeiro.

Saudações!

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