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Opinião e realizações

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ATUALIZAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE DADOS SOBRE AUTO-SUFICIÊNCIA EM GERAÇÃO DE ENERGIA + AUTONOMIA EM FONTES = SEGURANÇA ENERGÉTICA PARA OS CIDADÃOS

O Secretário de Energia do Estado, Jean-Paul Prates, finalizou e confirmou hoje os números exatos acerca da almejada auto-suficiência energética do Rio Grande do Norte.

Segundo Prates, atualmente, a demanda média do Estado é de 600 megawatts e a capacidade de geração no Estado, considerando Rio do Fogo, Macau (eólicas), Termoaçu (a gás) e Potiguar I e III (diesel) é de 510,1MW.

“Com a entrada em operação dos parques eólicos de Alegria I e II em Guamaré (151,8MW), prevista para 2010, atingiremos 661,9 MW de capacidade instalada para gerar energia no Estado.


Isto significa que ultrapassaremos a auto-suficiência em capacidade instalada e, principalmente, que teremos autonomia de fontes energéticas, uma vez que esta capacidade será alimentada por ventos, gás natural e petróleo captados ou produzidos no próprio RN."

"Com efeito, esta é uma das grandes realizações da Governadora Wilma de Faria nos seus dois mandatos à frente do Governo do Estado. O fato concreto de que esta Administração terá propiciado a CONSTRUÇÃO DE TODO o sistema de unidades de geração de energia que, ao final dos dois mandatos, representará a auto-suficiência em capacidade de geração instalada e a autonomia de fontes para esta auto-suficiência."

AO ASSUMIR, A GOVERNADORA WILMA DE FARIA ENCONTROU ZERO DE CAPACIDADE INSTALADA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA NO RN. AO ENTREGAR O GOVERNO AO SEU SUCESSOR, DEIXARÁ UM CONJUNTO DE OBRAS PRONTAS QUE POSSIBILITARÃO AO RN, SE NECESSÁRIO, GERAR TODA A ENERGIA QUE CONSOME (OU SEJA 661,9MW)

E, MAIS IMPORTANTE AINDA, A PARTIR DE FONTES PRODUZIDAS NO ESTADO (DERIVADOS DE PETRÓLEO/GÁS E VENTOS).

AUTO-SUFICIÊNCIA EM GERAÇÃO DE ENERGIA NO RN
+ AUTONOMIA EM FONTES ENERGÉTICAS ESTADUAIS
= SEGURANÇA ENERGÉTICA PARA OS CIDADÃOS


Sob a Administração Wilma de Faria, o RN alcançará, em 2010, a auto-suficiência em capacidade de geração energética, representada pela conclusão da Usina Termelétrica do Vale do Açu (Termoaçu), em agosto de 2008, e das UTEs Potiguar I e III (Macaíba), em 2009 - somando-se aos parques eólicos da Iberdrola em Rio do Fogo (que iniciou suas operações em abril de 2006) e da Petrobras em Macau (iniciou operação em janeiro de 2004), além da conclusão prevista para os parques eólicos de Alegria I e II em 2010.

Contabilizando-se as capacidades de geração instaladas (na régua de tempo do ano de sua entrada em operação), temos:

2004
UEE Petrobras/Macau
Investidor/Operador: Petrobras,
Fonte: eólica (ventos captados no RN)
Status: operando a tempo integral
Capacidade nominal: 1,8MW

2006
UEE Rio do Fogo (Proinfa)
Investidor/Operador: Iberdrola,
Fonte: eólica (ventos captados no RN)
Status: operando a tempo integral
Capacidade nominal: 49,3MW

2008
UTE Jesus Soares Pereira (Termoaçu)
Investidor/Operador: Petrobras e NeoEnergia (Previ BB e Iberdrola)
Fonte: Gás (produzido no RN)
Status: operacional, despachos intermitentes, sob demanda. (Quando gerar vapor, em 2010, gerará 155MW em contínuo.)
Capacidade nominal: 340MW (projetada para 500MW em 2020).

2009
UTEs Potiguar I e UTE Potiguar III
Investidor/Operador: Companhia Energética Potiguar (Petrobras + Global Energia)
Fonte: Diesel (produzido no RN)
Status: totalmente operacionais para despacho emergencial
Capacidade nominal: 53MW + 66MW = 119MW

2010
UEEs Alegria I e Alegria II (Proinfa)
Investidor/Operador: Multiner/New Energy Options (NEO)
Fonte: eólica (ventos captados no RN)
Status: em construção, operação prevista para 2010
Capacidade nominal: 51MW + 100,8MW = 151,8MW

Portanto, pode-se afirmar que, durante a gestão Wilma de Faria, foi instalada TODA a capacidade de geração atualmente instalada (ou em construção) no Estado, resultando no seguinte balanço positivo:

Demanda média de energia do Estado: 600MW.
Total de capacidade de geração instalada no Estado (2009-2010): 661,9MW

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Mas não se pára por aí.

Há projetos cuja conquista e viabilização se deram durante esta gestão, que já se encontram licitados, com contrato de energia assegurado ou em implantação, como por exemplo:
UTE MC2 Macaíba (UTE, óleo combustível, vencedora no Leilão A-5/2008, para operar em 2013) --> 232MW
UTEs Potengi I e II (UTE, óleo combustível, vencedoras no Leilão A-5/2008, para operar em 2013) --> 162MW
UTE Biomassa Baia Formosa (vencedora no 3o. Leilão de Energia Nova, em implantação) --> 32MW

Capacidade Instalada (2010) + Capacidade Contratada (2010-2013) = 1.087,9 MW

E ainda temos, em projeto já acordado com investidores:


Usina Experimental Solar (Petrobras+Privado/Estado, em projeto, para operar em 2011) --> 1,2MW, podendo ser de 30MW caso haja aproveitamento do vapor na reinjeção em poços de petróleo (como ocorre com a Termoaçu), e
PCH Armando Ribeiro Gonçalves (Petrobras+Privado/Estado, em projeto, para operar em 2011) --> 3,8MW

e, ainda, os projetos eólicos inscritos para o leilão federal de novembro de 2009, onde é licito esperar que, de 4745MW em 138 projetos, tenhamos pelo menos mais 250MW (podendo chegar a 675MW) vencedores, com construção iniciando-se já em 2010.

Cômputo final, CAPACIDADE DE GERAÇÃO INSTALADA + EM INSTALAÇÃO, período 2003-2013, no RN: 1,796,7 MW.
Ou seja, o TRIPLO da necessidade de suprimento da demanda local – sendo que as fontes para tal geração são de produção/disponibilidade local (petróleo, gás, ventos)

OU SEJA, AUTOSUFICIÊNCIA EM GERAÇÃO COM AUTONOMIA DE FONTES
= SEGURANÇA ENERGÉTICA.



Mais info...

OBSERVAÇÃO 1: A auto-suficiência em capacidade de geração NÃO implica em que o Estado pare de comprar energia do sistema nacional, pois, regularmente, é mais economicamente viável adquirir a "energia média" do sistema (gerada por Chesf, Tucuruí, Furnas, por exemplo). Até porque algumas térmicas listadas acima são emergenciais, ou seja, só geram em caso de necessidade. Isso não tira a relevância do fato de termos, no RN, capacidade instalada para gerar o que consumimos. Há guerras e grandes questões diplomáticas no mundo acerca do conceito de segurança energética e autonomia de fontes.

OBSERVAÇÃO 2: A UTE Jesus Soares Pereira (Termoaçu) foi um investimento de 300 milhões de dólares que utiliza o gás natural para a produção de energia elétrica. A usina tem uma capacidade de geração nominal de 340 MW e produção de 610 t/h de vapor, dos quais 300 MW serão adquiridos por 2 concessionárias de energia, sendo uma do Estado. A Petrobras ficará com uma parcela menor de 610 t/h vapor para consumo nos campos de petrolíferos do Estado. No pico das obras da Termoaçu, entre 2007 e 2008, foram gerados 2.200 empregos diretos. A maioria dos empregos gerados, cerca de 60%, esteve concentrado na região do Vale do Açu.

OBSERVAÇÃO 3: Empreendimentos do PAC, as Usinas Potiguar I e Potiguar III são movidas a óleo diesel. Potiguar I têm capacidade instalada de 53 MW e Potiguar III de 66 MW, somando uma potência total instalada de 119 MW, o que corresponde a 19% da demanda de energia elétrica do Estado (600 MW). As unidades são de propriedade da Companhia Energética Potiguar (CEP), que tem a participação da Petrobras e da Global Energia Participações Ltda. O investimento para a construção das usinas foi de R$ 116 milhões; e a obra gerou 600 empregos diretos e 1.500 indiretos durante a sua construção. A operação comercial das usinas foi iniciada em março deste ano. Instaladas no município de Macaíba, as unidades são vencedoras do Leilão A-3, realizado em 2006, com contrato por um prazo de 15 anos.

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