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Opinião e realizações

sexta-feira, 27 de março de 2009

Petrobras e Governo do Estado desmentem rumores de mudanças nos planos de refino para o Estado.

A Petrobras desmentiu rumores de que desistiria de construir uma refinaria de petróleo no Rio Grande do Norte e reiterou o compromisso de erguer o empreendimento, que está entre os investimentos prioritários da empresa, dentro do prazo previsto. Em contato com a diretoria da estatal, o secretário estadual de Energia e Assuntos Internacionais, Jean-Paul Prates, obteve, mais uma vez, a garantia de que não apenas a obra está assegurada como será mantido o seu cronograma de execução. A refinaria que será implantada no Pólo Petrolífero de Guamaré vai ser uma das primeiras que serão construídas pela Petrobras a entrar em operação, já em 2010.

A nova refinaria custará cerca de R$ 340 milhões somente na primeira fase e deverá gerar 700 empregos diretos e até 5.000 empregos indiretos nas indústrias satélites, bases, terminal e transporte. A unidade de produção de gasolina automotiva deve ficar pronta em 2010 e se somará às plantas industriais já existentes em Guamaré, onde já são produzidos óleo diesel, querosene de aviação, gás natural, GLP e biodiesel. Com o investimento, o Pólo Industrial da cidade se transformará numa refinaria com capacidade de processar até 80 mil barris de petróleo por dia, maior que – pelo menos – quatro refinarias já existentes no país.

“O Governo do Estado tem plena convicção de que esta obra será realizada, uma vez que temos mantido permanente diálogo com a diretoria da Petrobras e, em todas as conversas, a refinaria do Rio Grande do Norte é citada como um dos investimentos prioritários”, afirma Jean-Paul Prates. O secretário conversou novamente com os diretores da estatal esta semana, após veiculação de suposta notícia de que o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, havia dito, durante audiência no Senado, que a obra poderia não ser realizada. “Trata-se de um boato infundado, já desmentido pela própria Petrobras. É lamentável que ainda existam pessoas que trabalhem contra um investimento tão importante para o desenvolvimento do Estado”, destaca.

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