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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Secretário visita fábrica de torres eólicas e alinhava segunda planta no RN.

O Secretário de Energia e Assuntos Internacionais visitou, na tarde desta terça-feira, em Cubatão-SP, a fábrica de torres para aerogeradores da SAWE (South America Wind Energy), empresa formada a partir da fusão da Engebasa e da IVAPE – GICP, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento e fabricação de torres eólicas, fundações, chassis e seus componentes.

A empresa conta com duas fábricas complementares: uma para os internos e peças leves, localizada em São Paulo, e a parte estrutural em Cubatão, junto ao porto da Cosipa, estrategicamente posicionado para a exportação marítima de grandes estruturas. Combinadas, as duas fábricas podem atender a fabricação de torres eólicas, fundações, chassis e seus componentes para a América do Sul, Europa e Costa Leste dos Estados Unidos. A capacidade atual está em 250 torres de aço por ano, com alturas até 80 metros, e peso de 200 toneladas.

Após a visita, durante a qual recebeu informações sobre o atual contexto técnico-tecnológico e financeiro da empresa, o Secretário reuniu-se com a diretoria e acionistas da empresa em São Paulo, e convidou os executivos a vir a Natal-RN para explorar a possibilidade de estabelecer uma fábrica no Estado, com vistas a atender a potencial demanda por torres estimada em função dos investimentos indicados pelo Cadastro Eólico. A vinda a Natal está programada para a semana do dia 10 de março, e objetivará definir as prioridades para a efetivação do projeto de implantação de uma indústria para atender a demanda da Região Nordeste Setentrional (PE, PB, RN e CE).

Vista aérea (helicóptero) da fábrica da SAWE em Cubatão.

Com o Diretor Executivo, Pedro Cunha, um operador de solda e o Diretor Técnico José Quina

Projeto da fábrica a ser construída no Nordeste, provavelmente no RN.

Antes da decolagem para o regresso, pane de bateria no helicóptero exigiu participação dos
caminhoneiros (sic!) que aguardavam carga no pátio da Cosipa para religar o voador.

Após o susto, retorno seguro de Cubatão a São Paulo,
apesar de denso nevoeiro na Serra da Cantareira.

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